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Amar o PORTO +

"Não há futuro sem memória. Sem enraizamento e sem memória, os povos, como os homens, são apenas náufragos." Manuel António Pina

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Aos 100 anos, Manoel de Oliveira pelo olhar dos outros... II

13.12.08, amaroporto2

 

 

OLIVEIRA E CAMILO

Nunca a entrega à Arte vem sozinha. Quando assisti, nos idos de 1978 (Dezembro), em Florença, à estreia mundial de “O Amor de Perdição”, fervia-me dentro o deslumbramento camilianista e a memória da jóia chamada “Aniki-Bobó”. Estava preparado para a adaptação (um risco) duma obra excepcional da Literatura e de gostar ou condenar. Depois, era emocionante a homenagem a Mestre Manoel de Oliveira. Aquilo que aconteceu foi o seguinte: vi uma obra-prima transformar-se noutra obra-prima, agora recriada e revelada por um realizador de génio e por actores exemplares, que conseguiam transmitir poesia e tragédia. E vi uma sala repleta aplaudir de pé. Na Itália -mundo maravilhoso-, tem sabor especial. E deixa uma impressão indelével.  

Manuel Poppe

 

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